Santa Bárbara d’Oeste apresentou evolução significativa em sua balança comercial em 2025, com aumento nas exportações e nas importações, reforçando a inserção do município no comércio internacional e a força de sua base industrial. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
As exportações passaram de US$ 85,7 milhões em 2024 para US$ 96 milhões em 2025, um crescimento de aproximadamente 12%. Já as importações avançaram de US$ 141,4 milhões para US$ 173,3 milhões, alta em torno de 23%, refletindo a ampliação da atividade produtiva e da demanda por insumos e componentes industriais.
Para o prefeito Rafael Piovezan, os números refletem o ambiente favorável aos negócios e a solidez econômica do município.
“Santa Bárbara d’Oeste tem uma indústria forte, diversificada e competitiva. O crescimento das exportações e a ampliação das importações de insumos e componentes mostram que nossas empresas estão investindo, inovando e gerando empregos. A Prefeitura segue trabalhando para fortalecer o desenvolvimento econômico, atrair novos investimentos e ampliar as oportunidades para a população”, destacou.
Entre os principais produtos exportados, os produtos ligados à cadeia de pneus, como pneus recapados e materiais de borracha para recapagem, se destacaram, com crescimento expressivo de US$ 32,6 milhões para US$ 47,4 milhões, consolidando-se como o principal item da pauta exportadora do município. Outro avanço relevante foi registrado nos tecidos de algodão, que passaram de US$ 5,4 milhões para US$ 7 milhões.
No campo das importações, as partes e acessórios de veículos apresentaram leve retração, passando de US$ 17,5 milhões para US$ 15,8 milhões. Em contrapartida, houve forte crescimento na importação de componentes mecânicos usados em máquinas e motores, que saltaram de US$ 1,6 milhão para US$ 14,5 milhões, indicando investimentos e modernização do parque industrial local.
Quanto aos destinos das exportações, os Estados Unidos mantiveram a liderança e ampliaram suas compras de US$ 46 milhões para US$ 54,5 milhões. A Argentina aparece na sequência, com estabilidade (US$ 16 milhões para US$ 15,5 milhões), enquanto o Paraguai registrou crescimento, passando de US$ 3,6 milhões para US$ 4,5 milhões.
Nas importações, o Japão seguiu como principal país de origem, com leve alta de US$ 41,7 milhões para US$ 42,7 milhões. A China ampliou sua participação, passando de US$ 25,4 milhões para US$ 30,3 milhões, e a Alemanha teve crescimento expressivo, dobrando praticamente seus valores de US$ 8 milhões para US$ 16,5 milhões.









