Por conta da falta de vacinas, a Vigilância Epidemiológica tem orientado os munícipes que procuram o Centro de Saúde II a retornarem ou ligarem para saber sobre as doses.
Mesmo com a grande procura por vacinas contra a febre amarela no Centro de Saúde II "Dr. Jeber Juabre", o Ministério da Saúde através da DRS VII (Divisão Regional de Saúde) não repassou na última semana doses contra a febre amarela. A última remessa chegou a Santa Bárbara d´Oeste no dia 18 de janeiro e acabou no dia 22 de janeiro. Por esta razão, hoje não houve vacinação contra a doença.
O coordenador da Vigilância Epidemiológica do Município, Aparecido Donizete Paulino, disse que um novo lote de vacinas contra a febre amarela foi pedido há mais de uma semana à DRS VII, que até o momento não informou quando essas doses chegariam. "Não sabemos o quantitativo de doses que receberemos e nem quando. O governo está priorizando as cidades onde existem casos confirmados da doença e em Santa Bárbara não há caso de febre amarela", destacou ele.
Por conta da falta de vacinas, a Vigilância Epidemiológica tem orientado os munícipes que procuram o Centro de Saúde II a retornarem ou ligarem para saber sobre as doses. A Vigilância tem também reforçado a determinação para que apenas as pessoas que vão viajar para áreas de matas e florestas e não estão imunizadas tomem a vacina e tenham paciência. "Quanto ao restante da população que ainda não está imunizada, solicitamos que aguardem a regularização dos estoques, pois não há necessidade de correria", disse Paulino.
No período de 2 a 22 de janeiro, foram aplicadas 1.550 doses da vacina contra a febre amarela. No ano passado, no mês de janeiro, 19 pessoas foram imunizadas. A vacina é aplicada toda terça-feira, a partir das 13 horas no Centro de Saúde II.
Não existe risco de epidemia da febre amarela urbana na cidade. Mesmo assim, a população deve fazer a sua parte para combater o mosquito da dengue, que é o mesmo da febre amarela urbana. "A população combatendo os locais de proliferação do mosquito estará diminuindo o número dos focos de transmissão da doença", lembrou o coordenador da Vigilância Epidemiológica.
O Município desde o dia 19 está realizando a campanha Tá Limpo cujo objetivo é a retirada de materiais inservíveis, das casas dos munícipes, que são possíveis criadouros do mosquito Aedes Aegipty. Essa frente de batalha evita tanto a dengue quanto a possível transmissão de febre amarela urbana.